sábado, 27 de novembro de 2010

Self Service

Gostoso como a vida deve ser

A experiência que vou relatar, certamente, já foi vivenciada por todos.
Ir a um restaurante self service passa longe de ser um programa agradável, mas se tem alguma coisa que me irrita é aquela fulana que tenta fazer amizade, iniciar algum contato.
A tiazinha tá se servindo, do seu lado esquerdo enquanto a fila anda, eis que você é surpreendido com aquela frase, aparentemente dirigida a você: "vou pegar um palmitinho...humm".
Cria-se aquela situação embaraçosa. Então, surge a dúvida: o silêncio, uma resposta como "e eu vou de mini milho" ou um severo "e eu com isso?".

Infelizmente, desde a primeira vez que reparei como essas afirmações amiúde são feitas, as minhas idas a esse tipo de estabelecimento passaram a se tornar ainda mais escassas, inversamente proporcional ao número de respostas que tenho criado para quem sabe um dia dar a essas pessoas.
Agora, basta aquela mulher acima do peso balbuciar aquele "só um pedacinho de pudim", que eu espumo de vontade de soltar um "depois você se justifica pra sua calça apertada" ou até mesmo "não faça isso, tem larvas".

Por ora, tenho conseguido manter o meu siêncio.

Genaro

Um comentário:

  1. Mais irritante que self-service assumido (ou seja, coisa de pobraiada, de gente que tem que voltar correndo pro escritório) é aquele metido a besta, estilo "buffet", no qual, para comer a mesma alface murcha do primo pobre self-service, a galera paga R$60 e ainda acha que fez um bom negócio.

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